25 Nov, 2017 Última atualização em 1:26 PM, Nov 13, 2017

Um exemplo chinês para o Brasil

Turismo Rural | Localizado em Ibitipoca (MG), o Hotel Fazenda Reserva do Engenho é um exemplo dos atrativos no Brasil Turismo Rural | Localizado em Ibitipoca (MG), o Hotel Fazenda Reserva do Engenho é um exemplo dos atrativos no Brasil
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Por Paulo Queiroga
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Iniciativa relativamente simples, que deveria ser seguida no Brasil, a China anuncia medidas para desenvolver o turismo em áreas rurais pobres.

Do outro lado do mundo, os distritos chineses pobres, que possuem atrativos turísticos, terão recursos financeiros para infraestrutura e instalações de serviços públicos aprimorados, com o apoio de bancos, que mudarão o cenário sócio econômico de pequenas comunidades do interior.

Em ação coordenada, a Administração Nacional de Turismo da China firmou acordos com os bancos de Desenvolvimento Agrícola e Citic para concessão de crédito aos distritos pobres, entre 2016 e 2020, para a construção e aprimoramento de atrações turísticas. A ação, segundo informação da Agência Xinhua, faz parte da estratégia do país para erradicar a pobreza até 2020.

O Banco Citic da China emprestará 200 bilhões de yuans, a moeda oficial chinesa (US$ 29,4 bilhões) para financiar os projetos de construção de atrações turísticas em áreas rurais pobres.

Segundo o Gabinete do Grupo Dirigente para o Desenvolvimento e Alívio da Pobreza do Conselho de Estado, a China tirou 12,4 milhões de pessoas da pobreza em 2016, ultrapassando a meta anual.

Em qualquer canto do mundo, o turismo é um poderoso alavancador de recursos, emprego e renda, Especialmente no Brasil, este país de imensa diversidade de oferta turística, sem maiores ameaças naturais e livre de ataques de terrorismo, o turismo pode salvar muitas regiões da pobreza. Um exemplo que poderia tocar a sensibilidade dos nossos dirigentes nos âmbitos federal estadual e municipal.

Gastos de brasileiros no exterior crescem 87% em janeiro

A conta de viagens internacionais ficou negativa em US$ 914 mi no mês passado. O resultado é 87,95% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando os brasileiros gastaram US$ 840 milhões.

Já as receitas de estrangeiros em viagem no Brasil não variaram tanto do ano passado pra cá. Em janeiro deste ano, as receitas ficaram em US$ 664 milhões, contra US$ 650 milhões registrados em janeiro de 2016.

Terrorismo fez Paris perder 1,5 milhão de turistas em 2016

Um levantamento apresentado pelo Comitê Regional de Turismo da região de Paris, (CRT), publicado em Exame.com, revelou que os efeitos da ameaça terrorista fizeram a região de Paris perder 1,5 milhão de turistas no ano passado, comparado ao número de visitantes de 2015.

Segundo o órgão, em 2016 foram registrados 31 milhões de clientes em hotéis. Uma queda de 4,7% com relação ao ano anterior. A causa apurada é a diminuição dos turistas estrangeiros (8,8% a menos).

De acordo com o CRT, o menor fluxo de turistas se traduziu em uma perda de quase 1,3 bilhão de euros em 2016.

Por nacionalidade, uma das baixas mais significativas foi a dos chineses, com 268 mil a menos. Também foram constatadas diminuições relevantes no total de japoneses, italianos e russos. Menos perceptíveis foram as quedas de turistas espanhóis, britânicos e americanos, respectivamente.
Quanto aos franceses que se hospedam em hotéis da Île-de-France, o número se manteve quase estável. A diminuição foi de 0,8%.

Os autores do estudo ressaltaram, porém, os “sinais de recuperação” dos dois últimos meses do ano com o aumento de 12,5% dos clientes nos hotéis, ou seja, “581 mil turistas a mais”. Uma tendência que continuou em janeiro deste ano, segundo os primeiros dados apresentados pelos profissionais do setor.

A perda de visitantes na capital francesa e no entorno refletiu em alguns dos principais pontos turísticos, com uma baixa na venda de ingressos na Torre Montparnasse (32%), no Arco do Triunfo (24%), no Museu do Louvre (13,3%), no Museu de Orsay (12,9%) e no Palácio de Versalhes (9,8%). Em contrapartida, o Centro Georges Pompidou recebeu 9% mais público do que em 2015, aumento atribuído a “boa programação”. Da redação, com Agência Brasil.

Última modificação em Segunda, 13 Março 2017 17:10
Jornal Belvedere

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