22 May, 2017 Última atualização em 2:06 PM, May 11, 2017
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Por Paulo Queiroga
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Por mais viajado que você seja, visitar Paris é sempre novidade. Recentemente, um amigo me relatou que ele e a esposa, seja para onde viajem, fazem, necessariamente, uma escala de pelo menos quatro dias em Paris.

Aliás, não é tão difícil conciliar isso, já que a Cidade Luz é, de fato, ponto de intercessão para a maior parte dos destinos no mundo, até para o Hemisfério Sul.

O fato é que, até mesmo o parisiense nativo, que, na verdade, não é exatamente o que poderíamos classificá-lo, via de regra, como um anfitrião simpático, ele mesmo se surpreende diariamente em sua própria cidade.

O melhor de Paris para quem já esteve lá algumas vezes e conhece os principais atrativos, é se perder pela cidade. A incrível malha de metrô atua como um trem mágico que leva você a algum lugar sempre interessante. Poucos prazeres se comparam a subir a escada de uma estação de metrô e olhar para os lados para se deliciar com aquela região que não foi possível visitar na viagem anterior.

Os monumentos, o ambiente, ao mesmo tempo charmoso e cosmopolita, as lojas fenomenais, os jardins, as estátuas e fontes, a organização e o planejamento familiar, a singular comida francesa, a elegância das mulheres nas ruas, as culturas imigrantes, são muitos apelos para todos os tipos de gosto.
Mas, um dos mais importantes apelos é a cultura que a cidade exala de todos os lados. Paris é, seguramente, a cidade dos museus. Uma viagem temática para visitar apenas museus de Paris, certamente, lhe custará muito tempo de permanência.

É até difícil fazer uma conta exata da quantidade de museus. A capital francesa oferece, pelo menos, 170 museus de todos os tipos, a maioria deles dedicados à arte. O Louvre é um caso à parte. Ele é, sem dúvida, o mais importante no mundo e certamente o mais visitado. Com 35.000 obras de arte, o Louvre recebe mais de seis milhões de visitantes por ano.

O Museu de Orsay, que ocupa o espaço que pertencia a uma antiga estação ferroviária e contém uma imensa exposição de arte. O foco são os impressionistas do Século XIX, como Manet, Degas, Renoir, Cézanne e Monet.

Mas há muitos mais: o Centro Pompidou, o Museu Rodin, a Orangerie, o Museu de Arte Moderna, o Picasso, a Pinacoteca de Paris. Entre todas essas exposições, se destacam as no Grand Palais, no Centro Pompidou, o Musée d’Orsay, o Museu Picasso, o Museu do Quai Branly Jacques Chirac, no Musée Du Louvre, o Museu Jacquemart André, no palácio de Versailles e o Musée Marmottan Monet. Nesses lugares excepcionais estão o melhor de Claude Monet, Camille Pissarro, Pablo Picasso, Cy Twombly, Johannes Vermeer, Auguste Rodin e muitos outros artistas.

A celebração do centenário da morte de Auguste Rodin oferece diversos cenários à espera dos visitantes. O Museu d’Orsay, o Museu Marmottan Monet, Montmartre, Auvers-sur -Oise, Barbizon e vários outros estão no centro das atenções.

As viagens podem ser feitas seguindo as pegadas dos impressionistas ao longo do Sena, agora abertas aos visitantes, como a Maison Van Gogh, ou oficina casa Daubigny em Auvers-sur-Oise, a propriedade Caillebotte em Yerres, a oficina de Jean-François Millet descoberto Barbizon. Paris Ile-de-France é o lugar onde você pode viajar nos passos dos impressionistas e contemplar suas obras em museus excepcionais, como o Musée d’Orsay, a maior coleção do mundo de obras impressionistas, o Orangerie nos Jardins das Tulherias, que abriga o grande mural de Nenúfares oito composições feitas em dois painéis ovais 22 quartos com luz natural através do telhado de vidro o Marmottan Monet Museum, onde o ícone é Impression, Levant soleil e outros 100 painéis de pinturas do impressionismo.

Então se você diz que conhece Paris, experimente se perder por lá, ou faça um roteiro exclusivo de museus. Com certeza, você verá que a capital francesa ainda é uma desconhecida até mesmo de você que tem cadeira exclusiva neste ou naquele bistrô ou escolhe o mesmo quarto do mesmo hotel há tanto tempo. Com a preciosa colaboração de Paulo Roberto Pereira, companheiro de viagens e de jornalismo de turismo.

Última modificação em Terça, 11 Abril 2017 13:18
Jornal Belvedere

Artigos assinados são de inteira responsabilidade do autor. Não expressando, portanto, a opinião da redação do Jornal Belvedere.

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