23 Nov, 2017 Última atualização em 1:26 PM, Nov 13, 2017

Projetos para melhorar a vida das pessoas

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Goretti Sena
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A expansão urbana de Belo Horizonte extrapolou os limites do município, contrariando o seu planejamento que era de manter uma cidade dentro de um contorno espacial, com adensamento populacional controlado.

Hoje, a Capital está inserida na dinâmica demográfica e econômica da Região Metropolitana, de onde depende e utiliza seus bens de capital e a destinação de sua produção, infraestrutura, mão-de-obra e serviços. No eixo de todo esse desenvolvimento estão sendo criadas as centralidades que são autossuficientes e ao mesmo tempo promovem grandes articulações com outras cidades.

O Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado da Região Metropolitana de Belo Horizonte (PDDI), ao apontar as diretrizes para o desenvolvimento sustentável e integrado da RMBH na próxima década, definiu o macrozoneamento metropolitano e as vocações para as regiões, e propõe pensar a cidade de forma a torná-la mais integrada e inteligente. Um dos desafios para o sucesso dessa nova realidade social e econômica - que propõe um centro dinâmico de moradia, comércio e serviços, uma espécie de polo de atração – é a mobilidade.

Enquanto não se discute um Plano de Mobilidade que contemple a cidade como um todo, engenheiros e especialistas de trânsito e tráfego, atentos ao crescimento do Vetor Sul e das cidades vizinhas, vêm desenvolvendo soluções inteligentes através de vários projetos de melhoria da mobilidade da região. O JORNAL BELVEDERE ouviu esses especialistas e identificou algumas iniciativas que, se aplicadas, poderão promover a melhoria da mobilidade e transformar para melhor a vida das pessoas.

Nessa edição especial, os técnicos mostram os projetos que podem ser incorporados na região, com muitos ganhos para todos, como a Via Estruturante – talvez a última oportunidade de solução para o trânsito regional; o DDI que inverte as mãos de direção em cima do Trevo do BH Shopping e alivia o tráfego local; a requalificação do Anel Rodoviário; o TRON – um projeto onde os ônibus mergulham em uma faixa submersa na Raja Gabaglia; o MOVE para a Nssa Senhora do Carmo; o viaduto da BR-356 no Morro do Papagaio, e até mesmos soluções pontuais como as propostas para o pontilhão do Vila da Serra.

Em outro ponto do Vetor Sul, na Lagoa dos Ingleses, onde está o Projeto CSul – considerada a centralidade modelo do Estado -, os especialistas mostram a importância do eixo mobilidade para a implantação e sucesso do projeto. E apresentam os projetos pensados para Centralidade Sul, que priorizam avenidas largas com espaços definidos para receber ao mesmo tempo o transporte de massa, veículos, ciclovias e, principalmente, o pedestre.  

São várias as melhorias pensadas para o Vetor Sul, que são referência e tendem assumir uma importância nos processos migratórios e intrametropolitanos. Elas podem equacionar o problema do trânsito, promover o desenvolvimento, e sobretudo a melhoria da qualidade de vida da região.
 
Boa leitura a todos!

Jornal Belvedere

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