18 Oct, 2017 Última atualização em 6:38 PM, Oct 9, 2017

Trabalhadores, prestadores de serviços e moradores que transitam do Vila da Serra em direção ao Belvedere, ou no sentido inverso, enfrentam uma verdadeira aventura para atravessar um trecho de poucos mais de 800 metros, por falta de calçada e tomado de entulhos.

Quem precisa transpor de um lado ao outro da Avenida Luiz Paulo Franco, no Belvedere, precisa contar com a sorte: moradores reclamam da alta velocidade dos veículos e da falta de sinalização para pedestre na via.

Estudantes da Unidade de Nova Lima realizam abaixo assinado solicitando a proibição do tráfego de caminhões de minério na rodovia. Também colocaram uma faixa com os dizeres “Não queremos carretas na MG-030. Queremos preservar nossas vidas!”, que foi erguida na passarela sobre a via em frente ao colégio.

Na Semana do Trânsito, representantes da União de Moradores do Belvedere, Vila da Serra, MG-030 e Região (UNIVIVA) realizaram manifestação para, mais uma vez, alertar sobre o perigo do tráfego de centenas de carretas de minério na MG-030.

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ), ajuizou Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) contra uma lei de  Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, que regulamentou o serviço de transporte coletivo escolar particular no município.

Equipada com duas motos, câmeras de videomonitoramento e com acesso ao sistema informatizado da Polícia Militar, a Base está apta a receber a população e registrar boletins de ocorrência do próprio local.

Juiz da 1ª Vara Cívil da Comarca de Nova Lima, Kleber Alves de Oliveira, condenou a Phoenix Mineração e Comércio Ltda e à Empresa de Mineração Pau Branco S/A (Empabra) ao pagamento equivalente a R$ 2,760 milhões e a R$ 1,900 milhão, respectivamente, pelo descumprimento de decisão judicial que proíbe o tráfego de carretas de minério na MG-030.

Durante reunião com representantes da Univiva e o deputado Fred Costa, diretor-geral do Departamento de Estradas e Edificações de Minas Gerais (DEER-MG), Djaniro da Silva declarou que não fora oficiado legalmente pelo Ministério Público de Minas para impedimento dos caminhões de minério, e que o órgão estadual de estradas não tem o poder de impedir, seletivamente, o tráfego desta ou daquela carreta.

Temerosos de novos acidentes graves envolvendo a população local, representantes da Univiva e o deputado Fred Costa procuram autoridades para fazer cumprir a decisão judicial que proibiu a utilização do percurso para o transporte de produtos da Mina Corumi pela Mineração Fênix, e também por algumas melhorias na rodovia.

A dupla, que agia armada e usando uma motocicleta, atuava nas ruas Rodrigo Otávio Coutinho e Desembargador Jorge Fontana roubando celulares, carteiras e até veículos.

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