A importância do inglês nas relações comerciais e culturais

Publicado Quinta, 26 Janeiro 2017 10:51

Pesquisa indica que em dez anos todas as profissões exigirão a fluência na língua inglesa. Especialistas destacam que o idioma está, a cada dia, incorporado a cultura e ao mundo empresarial.

A língua inglesa é uma das mais faladas em todo o mundo. Sem dúvidas, é a mais utilizada nas relações internacionais de comércio, negócios, entre outros. No mundo globalizado, em que as grandes empresas são multinacionais e as pequenas são influenciadas por práticas internacionais de mercado, todas elas estão em busca do profissional que esteja apto a entender essas trocas de serviços. Não por acaso, é comum que todos os formulários de inscrição e currículos informarem se o candidato possui conhecimentos em inglês.

Não é de hoje que o inglês deixou de ser uma língua desejável para se tornar quase uma exigência básica para diversos setores. De acordo com especialistas, falar o idioma aumenta em até 70% a chance de um candidato conseguir a vaga que tanto procura. “Cerca de 450 milhões de pessoas têm o inglês como língua nativa e esse número chega a aproximadamente 950 milhões quando falamos em não nativos. Ele é o idioma oficial de organizações importantes organizações como, por exemplo, a ONU, a Organização Mundial do Comércio (OMC) e o FMI. Como podemos perceber, é um idioma fundamental para quem deseja alcançar o sucesso em sua área de atuação e do nível profissional”, afirma César Lucchesi, diretor do English Talk.

“Além disso, o inglês foi incorporado no nosso vocabulário e na cultura. Está presente em músicas, filmes e na internet, eternizado no modo em que consumimos, vendemos e nos relacionamos. É comum que empresas utilizem essa experiência do funcionário aplicada nas relações de trabalho.”

Esta necessidade e a importância da língua para o mercado de trabalho é comprovada por meio de pesquisas. Segundo um estudo realizado pela empresa de recrutamento mundial “Page Personnel”, atualmente, 60% das vagas existentes já pedem que o candidato saiba inglês e, em dez anos, todas as vagas de trabalho irão exigir conhecimento do idioma.

Nesse contexto, os mais afetados são os jovens e adultos. “Hoje, é possível treinar o idioma com pessoas de outras nacionalidades via internet. Ver filmes, ouvir músicas e assistir a programas falados em inglês também ajudam, e muito, a se familiarizar ainda mais com a língua. A frase é clichê, mas é a prática que leva à perfeição”, finaliza César Lucchesi.

Professor: idioma não se aprende da noite para o dia

É flagrante a necessidade de se falar inglês em um mundo cada vez mais conectado. “Quanto mais as pessoas percebem que fluência não se adquiri da noite para o dia, mais escolas vão surgindo, cada uma com sua promessa de um método mais inovador e diferenciado do que a outra. Fenômeno que se repete na internet, com o aparecimento de uma espécie de professor de inglês guru, alguns deles campeões de views no Youtube”, alerta o professor de inglês na Angle Tradução e Idiomas, Guilherme Coelho.

O professor destaca que é um mercado que só cresce no Brasil, desproporcionalmente à evolução no índice de fluência médio do brasileiro. “Então, por que essa matemática não fecha?”, questiona Guilherme Coelho.

O professor de inglês analisa que seguir professores na internet, assistir vídeos, estudar por aplicativos pode trazer algum benefício, mas pode ser prejudicial quando alimenta uma falsa sensação de estudo que, de tão pulverizado, acaba por não ter tanta consistência. “Assistir séries ajuda quando já se tem uma boa base de estudos e é feito de forma direcionada. No mais, é necessário muita prática de conversação e a tão sonhada fluência”.

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