Aprendizado de idiomas para toda a vida

Publicado Quinta, 26 Janeiro 2017 11:00
Participação: Gabi Borges, Antônio Alagia, Carol Miranda, Iza Bertolino e Mariana Saliba se preparando para Certificação da Universidade de Cambridge © Fotos: divulgação/cedida Rizvi Participação: Gabi Borges, Antônio Alagia, Carol Miranda, Iza Bertolino e Mariana Saliba se preparando para Certificação da Universidade de Cambridge © Fotos: divulgação/cedida Rizvi

Romper as barreiras da comunicação e aprimorar sua fluência e autoconfiança. Escola de idiomas no Vila da Serra, promove um mundo de oportunidades muito além da sala de aula.

O bilinguismo é uma realidade em muitos países, regiões e comunidades. Cada vez mais existe a intenção de fazer com que as pessoas desenvolvam as habilidades comunicativas em qualquer lugar ou condições que se encontrem. Para muitos, uma escola de idiomas é uma ponte direta ao bilinguismo, ou seja, a melhor forma de adquirir o conhecimento de uma língua estrangeira, incluindo pensamento crítico e aspectos culturais distintos. Os professores e os coordenadores são neste contexto os promotores deste processo de crescimento sociocultural. E foi neste contexto que a escola Rizvi International Schools foi inaugurada em Belo Horizonte em 1994. 

Atividades vivenciais

Que tal pensar na vivência via imersão e nos treinamentos profissionais como asas que possibilitam voos em esferas mais altas? Algo no qual os alunos aprimorem sua fluência e aumentem sua autoconfiança de tal forma que possam assim romper as barreiras da comunicação no estrangeiro?

Cabe à escola nutrir essa abordagem, transformando-a em realidade. Seu papel é reconhecer todos alunos como seres inseridos em um contexto social e cultural para, então, poder criar um ambiente de ensino verdadeiramente eficaz gerando soluções conforme as expectativas de cada um. É importante entender que cada indivíduo traz diferentes experiências e devemos fazer uso destas experiências para desenvolver projetos que tenham relevância de fato para eles. Afinal, os objetivos e prazos variam muito entre os públicos jovem e adulto”, afirma o coordenador geral na Rizvi International Schools e professor desde 1989, Eugênio Faria.

Para Eugênio Faria “de uma maneira geral, os cursinhos de idiomas focam em um modelo centrado em livros e provas. Isto prioriza atividades simuladas em sala de aula ao invés de trabalhar com situações autênticas. É preciso que os alunos tenham um direcionamento didático onde a questão gramatical seja endereçada de forma associativa, claro, porém, é fundamental que haja orientação para desenvolvimento autônomo e contato autêntico com o idioma em situações extraclasse,” complementa.

Assim sendo, os programas da Rizvi International Schools articulam atividades vivenciais importantes com diferentes propósitos didáticos. Abordagens que sejam capazes de motivar e promover o interesse dos alunos para os conteúdos planejados. A idéia por traz destes eventos é gerar oportunidade para compreender e assimilar o conteúdo em si de forma natural.

Eugênio Faria explica que “estas atividades não devem ser vistas como protagonistas, pois não substituem as atividades dentro de sala de aula, mas são um complemento crucial. Por isso, é importante escolher as melhores estratégias e saber balancear as dinâmicas. É importante que os alunos vejam as imersões, seja uma aula de culinária ou de artes, por exemplo, como parte do processo de aprendizado e não meramente como uma diversão. Cabe ao educador deixar esse conceito bem claro para os alunos e explicar antecipadamente como será a atividade e o que é esperado que eles façam”, explica.

Treinamentos profissionais

Dentro deste foco, a escola tem “trabalhado com muitos treinamentos corporativos no país”, lembra o coordenador da Rizvi. E completa: “uma das principais diretrizes da Rizvi é conseguir gerar exposição e recorrência linguística em nossas imersões para uma melhor retenção. Este é um dos princípios dos eventos que promovemos em hotéis, nas empresas e em nossas escolas. É uma forma de ganhar fluência de forma autêntica e interativa  adquirindo novos vocábulos e reforçando estruturas gramaticais. Seja qual for o evento, mais informal ou não, as metas de fluência são nosso objetivo e sempre conduzimos os alunos ao resultado desejado. Em tudo o que fazemos, nunca esquecemos os pilares da escola que são os focos didático, comunicativo e pessoal. Nossas aulas regulares, imersões e as práticas de autodesenvolvimento são o alicerce de tudo. Diante disso, oferecemos uma gama de opções nos idiomas com os quais trabalhamos: imersões de um dia, de final de semana ou mesmo mais longas, no Brasil ou no exterior. Tudo em prol de um retorno que seja condizente com os prazos de cada aluno, porém, que respeite o processo individual de aprendizagem.”

Ser bilíngue

Os fatores tempo e prazo são geralmente pontos de importância para todos que desejam ser bilíngue. Uma pergunta comum que se faz é sobre o tempo de duração do curso até que se atinja um nível de proficiência. Segundo a gerente pedagógica, Kylie Louise Tucker, natural de Christchurch, na Nova Zelândia, e graduada pela Christchurch College of Education, qualquer pessoa pode aprender o inglês com 900 horas de estudo. Isso, não depende de inteligência ou aptidão, apenas disciplina, um programa bem definido e supervisão adequada.

“Veja bem, se você estuda três horas semanais, normalmente, em dois horários de uma hora e meia cada, o que é comum em escolas de idiomas, teríamos 900 horas divididas por 3 horas por semana que é igual a 300. Ou seja, 300 semanas de estudos, ou seis anos aproximadamente. Quem gostaria de um prazo destes em um mundo imediatista? Logo, a melhor alternativa é aumentar as horas de exposição acrescentando programas de imersão, sessões diárias de conversação, projetos com música, cultura, clubes de leitura, etc. É isto que propomos aqui na Rizvi”, explica Kylie Louise Tucker.

A pedagoga da Rizvi explica que “um planejamento bem feito conforme as expectativas dos alunos aumenta o contato com o idioma e gera aquisição bem mais rapidamente. Assim, seguindo o mesmo raciocínio, se o aluno estudar duas horas por dia no escopo do programa que montamos, um ritmo bastante intensivo, teremos os mesmos resultados em apenas 450 dias. Ou seja, pouco mais de um ano neste caso,” conclui a educadora estrangeira.
Hoje em dia há muitos interessados em aprender um idioma ou mesmo aperfeiçoá-lo após viver um período no exterior. “Mesmo com mais acesso ao exterior, seja em função do turismo, intercâmbio, faculdade ou emprego, aprender bem um idioma ainda exige força de vontade, dedicação e persistência. Com disciplina, tecnologia e metodologia certas, este sonho pode estar mais próximo do que você pensa”, conclui Eugênio Faria.

Um jornal moderno, com a credibilidade e a leveza no jeito diferente de informar. Notícias, cultura, gastronomia, negócios, eventos e muito mais sobre um dos bairros mais charmosos de BH.

31 3264.0211 | 3286.1181

Edição Digital

Inscreva-se e receba o Jornal Belvedere em formato PDF.

Não mandaremos Spam!