A difícil tarefa de ser competitivo

Publicado Quarta, 27 Junho 2018 13:29
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Entrevista/João Cláudio Pentagna Guimarães

Eduardo Aquino / Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

À frente de um dos grupos de maior expressão dentro do setor automotivo, o Grupo Bonsucesso – que engloba 15 empresas, sendo 12 concessionárias, uma locadora de automóveis, uma corretora de seguros e uma empresa de correspondente bancário que concentra 100% dos financiamentos do Grupo, empregando cerca de 1.400 colaboradores –, o empresário João Cláudio Pentagna Guimarães fala um pouco sobre a difícil tarefa de se manter competitivo num país com uma economia tão imprevisível quanto a brasileira.

Como presidente de um grupo tão expressivo no setor automotivo quanto o Grupo Bonsucesso, que engloba concessionários de várias marcas, como você analisa o desafio se se manter competitivo num país onde os ventos da economia mudam de direção o tempo todo, misturando calmarias e furacões?
João Cláudio – Realmente, o Brasil de hoje é um país sem nenhuma previsibilidade, o que torna difícil fazer um planejamento de médio e longo prazo. Mas, o segredo do negócio é realizar uma boa administração financeira, agregar novas tecnologias para melhorar nossos serviços e processos aos clientes e muito treinamento de pessoal, pois o último contato com o cliente é sempre pessoal e é importante que seja uma experiência positiva.

Pelos números de vendas, a chegada do novo Polo e seu derivado sedã, o Virtus, deu uma injeção de ânimo na marca Volkswagen, não?
João Cláudio – Sim. A Volkswagen está com nova imagem e, entre as grandes montadoras, é a que atualmente está com maior crescimento no país. Além do lançamento do Novo Polo e Virtus, tivemos também a Nova Amarok com motor V6 a diesel, que está sendo muito procurada; e também o novo Tiguan, agora com opção de 5 e 7 lugares. Além de bonito, é um carro com muita tecnologia embarcada.

Na sua análise, levando em conta a Copa do Mundo, Eleições, greve dos caminhoneiros, que previsão você faria para o mercado este ano?
João Cláudio – Acredito que ficará dentro da previsão feita pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), ou seja, o número para veículos de passeio e comerciais leves deverá ficar entre 2,5 e 2,6 milhões de carros no varejo e vendas corporativas para locadoras e frotistas.

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