As irmãs bailarinas Leona e Eloá Bimbato (foto), de 9 e 11 anos, respectivamente, destacaram-se em duas das maiores competições de dança do mundo, realizadas recentemente nos Estados Unidos.

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Segunda, 27 Mai 2019 14:43

Gero BH lança menu a Mezzogiorno

O tradicional e premiado restaurante Gero, do Hotel Fasano BH, acaba de lançar uma novidade em Belo Horizonte. O chamado “Gero a Mezzogiorno” traz, para o almoço executivo de segunda a sexta, um cardápio especial, com direito a escolha de uma opção de entrada, prato principal e uma sobremesa.

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Ainda muito sensibilizado com a perda da esposa, o artista plástico transforma o momento de dor em estudo para um novo processo criativo, com obras que vão continuar vivas como nunca, despertando sentimentos e em resposta às emoções. Ele ainda planeja uma exposição para marcar seu retorno à pintura.

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O Bomserá Associação Boa Vista e Banqueta do Bananal recebe até 10 de junho, as inscrições para o I Festival da Canção Bomserá – iniciativa que surgiu de forma coletiva e voluntária a fim de fomentar e dar visibilidade à produção autoral de músicos das cidades de Nova Lima, Raposos e Rio Acima, além de promover o intercâmbio cultural.

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País com muita história, religiosidade e cultura vibrante, a Itália é um dos destinos da Europa preferidos dos turistas, em especial dos brasileiros.
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Com duas edições anuais, o “MI FA LA?” surge para inovar ainda mais o mercado das artesanais.
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Terça, 12 Março 2019 19:41

Mulheres e suas missões

Patrícia Cândido / Escritora, professora e pesquisadora na área da espiritualidade há mais de 15 anos. É filósofa, conferencista e autora de centenas de artigos e 15 obras. CEO da Instituição Luz da Serra, com sede em Nova Petrópolis/RS. Desde tempos remotos a mulher sofre as consequências de uma sociedade patriarcal que concedeu aos homens o poder de decidir os rumos da humanidade. Na idade antiga e idade média, a mulher simplesmente existia para gerar filhos, cria-los e cuidar dos serviços domésticos, sujeitando-se de forma submissa às vontades de seus pais, maridos e patrões. Ser mulher, homem, alto, baixo, negro, branco, gordo ou magro são rótulos de identificação para que a nossa estrutura social possa se organizar. Mas precisamos lembrar que todos nós, independentemente dos rótulos que nos dão desde o dia do nosso nascimento, somos almas buscando um caminho de evolução, portanto o lugar de cada um de nós é aquele onde desejamos estar, independente de gênero. Cada mulher desse planeta merece estar onde ela quiser; para assim manter-se íntegra aos seus valores, desejos e metas pessoais. Para que a mulher consiga se equilibrar e encontrar o que mais gosta de fazer, ela deve ser íntegra consigo mesma e permitindo-se experimentar. Não somos obrigadas a decidir uma profissão com 16 anos de idade ao concluir o ensino médio e, como aconteceu comigo, podemos mudar de atividade ao longo da vida, unindo três princípios fundamentais para que possamos obter felicidade naquilo que fazemos: P + H + $. P: significa Paixão, ou seja, ser completamente apaixonada pelo que faz e sentir prazer em contribuir com o mundo nessa atividade. H: significa Habilidade, ser muito bom e competente na atividade escolhida, desde que essa profissão seja escolha da própria mulher, pelas motivações corretas e não uma atividade escolhida pela família ou motivada apenas por questões financeiras. $: significa que essa atividade precisa ser monetizada, ou seja, precisa existir uma demanda de mercado que pague por ela, porque a prosperidade financeira é fundamental para que se tenha prazer em exercer uma atividade. Equilibrando esses três fatores com uma busca por meio da experimentação é possível encontrar a sua missão profissional. O que pode contribuir muito com essa jornada são os Cajados *(Para saber mais sobre o conteúdo, busque a obra Cajados, da autora, publicada pela Luz da Serra Editora), os arquétipos da nossa personalidade. E, segundo a autora Clarissa Pinkola Estés, toda mulher tem um aspecto selvagem que precisa ser liberto e desenvolvido. Quando a mulher é “domesticada” e não consegue expressar seu lado feminino, instintivo e selvagem, ela adoece mental, emocional e fisicamente. Ela costuma comparar a mulher aos lobos selvagens e livres, que precisam expressar seus instintos, vinculados a própria ancestralidade, da fêmea que dá à luz, alimenta e protege sua cria. O caminho que a mulher pode seguir para descobrir sua jornada é o caminho do autoconhecimento, de ser exata e corajosamente quem nasceu para ser, não reprimindo as vontades ou escravizando-se diante de uma sociedade doente que exige padrões inatingíveis de beleza e comportamento. Somos seres únicos, raros. Cada um de nós é um universo, impossível de se padronizar. Deve ser descartada qualquer atitude de submissão aos desejos e vontades alheias para a mulher que quiser encontrar seu cajado. É importante definir uma escala de valores que são inegociáveis, como por exemplo liberdade, respeito e amor próprio. Muitas mulheres justificam que abrem mão de seus valores por amor a outra pessoa, mas dentro da minha experiência de mais de 15 anos como terapeuta, alguém que abandona seus valores por “amar” alguém, já deixou de amar a si mesma e esse desequilíbrio faz com que a relação não perdure. É muito importante que mulheres com sua confiança ou autoestima destruídas busquem ajuda em grupos de apoio, em terapias complementares, que inclusive já estão disponíveis no SUS, em vídeos na internet, em livros, para que voltem a construir um caminho de retorno ao seu eu interior, a si mesma. E assim, diante de sua própria integridade e autoconhecimento, conseguirá encontrar o seu cajado, que leva à sua missão de alma e ao seu propósito aqui na Terra. É necessário entender que a mulher é parte da família e não a única responsável. Cada pessoa que compõe a família tem suas responsabilidades, independentemente da idade. Lógico que a mulher se cobra mais e tem mais responsabilidades, porque normalmente é ela quem coordena e lidera as atividades e organização do lar, e a sociedade exige que a mulher seja uma heroína que dê conta de tudo. É muito importante que a mulher compreenda que o propósito do seu cajado pode ser realizado paralelamente a todas as outras atividades, pois o cajado revela a missão da alma. E para a vida valer a pena, o cajado precisa ser realizado a cada respiração, como mãe, como mulher, profissional, filha, amiga ou irmã. E todas devem dizer não a tudo que as escravizem e façam com que se sintam menores do que o próprio potencial máximo. Devem dizer não à desigualdade, à humilhação, ao machismo, a violência, a agressões psicológicas, a falta de respeito, aos abusos, assédios e tudo aquilo que menospreze suas potencialidades. E para que a mulher tenha crescimento em todas as áreas, pode se inspirar em mulheres que já chegaram nos lugares onde ela deseja chegar. Cada área tem mentoras específicas, depende muito daquilo que ela deseja conquistar. Por exemplo, se ela quer ser uma excelente empresária, deve buscar os modelos de negócios de grandes empresárias de sucesso. Se deseja conselhos sobre investimentos, talvez alguém da sua família não seja o mentor correto, então deve buscar mentoras que podem ajudar a chegar onde almeja, e uma dica importante: sempre deve ter três metas bem claras em mente, e ao conquistá-las, deve buscar mais três e assim sucessivamente até conquistar o mundo, pois todas elas merecem.
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Dando continuidade ao Projeto Divinas Conversas, promovido pela Biblioteca Dante Alighieri, a Fundação Torino Escola Internacional receberá no dia 14 de março, às 19h30, o cineasta Helvécio Ratton para um bate-papo com alunos, professores e público em geral sobre “Afinidades eletivas: cinema e literatura em diálogo”. A palestra será realizada no auditório do Espaço Cultural da Fundação Torino, é aberta à comunidade, tem entrada gratuita e está sujeita à lotação do espaço (170 lugares). Para participar é preciso confirmar presença pelo e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. O Projeto Divinas Conversas é um ciclo de conferências que recebe importantes personalidades, de diferentes áreas, cujo trabalho dialogue, direta ou indiretamente, com a literatura. O encontro com Helvécio Ratton inaugura as atividades voltadas ao tema do cinema na Fundação Torino. Entre os dias 18 e 22 de março, em parceria com o Consulado Italiano, a escola promoverá o Cine Fórum, uma mostra de cinema italiano com debates mediados por professores da instituição.
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Tem Havayanas Usadas, Juventude Bronzeada e Beiço do Wando. Tem também Bloco Putz Grilla, Copo Lagoinha, Batuque Coletivo e Pacato Cidadão.

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