Segunda, 10 Junho 2019 19:32

Vale do Mutuca ganha grupo de escoteiros

O Vale do Mutuca ganhou um movimento educacional muito importante, o escotismo. A atividade que reúne crianças e jovens para um convívio em grupo, através da realização de brincadeiras e outras atividades divertidas, vem ganhando novos membros e está requisitando voluntários.

Publicado em Educação

Flávio Krollmman / Conselheiro da Promutuca / www.promutuca.com.br • Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

As Unidades de Conservação estão espalhadas por todo território nacional. Sejam elas federais, estaduais, municipais e privadas estas áreas foram criadas com o objetivo de proteger e preservar ecossistemas.

Publicado em Meio Ambiente

Flávio Krollmman / Conselheiro da Promutuca / www.promutuca.com.br • Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. De acordo com informações, o destacamento do grupo do Corpo de Bombeiros que ficava sediado no Parque Estadual do Rola Moça deixou suas dependências ao fim ano de 2018.

Publicado em Meio Ambiente

Paulo André Mendes / Geógrafo e jornalista, colaborador da ArcaAmaserra / www.amaserra.org Olá, leitor! Nesta edição o nosso tema é a aprovação do projeto de lei “Mar de lama nunca mais”.

Publicado em Meio Ambiente
Terça, 12 Março 2019 19:40

Copasa vai ampliar ETE Vale do Sereno

Com o novo projeto, a unidade passará a ter uma capacidade para tratar até 75 litros de esgoto por segundo. A empresa explica que, com as intervenções que serão executadas na ETE, também será ampliado o processo de remoção de odor. A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) informou que até o dia 30 de junho deste ano a obra de ampliação da Estação de Tratamento de Esgoto – ETE Vale do Sereno será licitada. Segundo a empresa, de acordo com o projeto, em elaboração, a unidade passará a ter uma capacidade para tratar até 75 litros de esgoto por segundo. Atualmente, o esgoto gerado pelos cerca de 18 mil habitantes da região, 33 litros de esgoto por segundo são tratados na ETE Vale do Sereno e outros 24 litros por segundo são encaminhados para tratamento na ETE Arrudas, em Belo Horizonte. Projetada, inicialmente, com capacidade para tratar 23 litros de esgoto por segundo, a ETE ficou saturada com o crescimento populacional da região. Outro fator impactante é o mau cheiro que persiste e que obriga moradores a conviver com um odor insuportável, causando grande desconforto para a população no entorno e por usuários da rodovia MG030 naquele trecho. A Copasa esclareceu que entre as intervenções que serão executadas na unidade, também será ampliado o processo de remoção de odor. A previsão é de que as obras sejam concluídas em 12 meses, após o encerramento do processo licitatório. Segundo informou Davide Araújo Bichara Simão, Superintendente de Operação de Serviços e Tratamento de Efluentes da Copasa, o volume de esgoto aumentou “devido à utilização de água pelas residências para lavar pátio, garagem, passeios e outros. A água é descartada na rede coletora da Copasa e aumenta o volume, o que prejudica a manutenção da ETE”, disse ele. Ainda segundo Davide, essa obra de duplicação da capacidade de tratamento dos efluentes irá solucionar um outro problema, que é o lançamento de esgoto em um córrego na região. “O esgoto receberá tratamento condizente com o nível de classificação do córrego onde será despejado, ou seja, será devolvida água limpa”. Fórum defende expansão de Estação de Fechos Importantes setores econômicos, políticos, ambientais e sociais apoiaram, publicamente, a expansão da Estação Ecológica de Fechos (EEF) no último dia 27 de fevereiro. As declarações foram feitas durante o Fórum Intermediário do Projeto Hidroambiental “Fechos, Eu Cuido!” que ocorreu na Escola do Legislativo da ALMG e reuniu mais de 100 pessoas. O Fórum foi uma realização do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio das Velhas (CBH Rio das Velhas) e Subcomitê de Bacia Hidrográfica Águas da Moeda (SCBH Águas da Moeda). O objetivo foi discutir a preservação e a expansão da Estação Ecológica de Fechos a partir do Projeto de Lei nº 444/2015 em tramitação na ALMG. A EEF possui 602,95 hectares e ganharia outros 269,5 hectares com a aprovação do PL (atualmente arquivado na Casa Legislativa). A justificativa está na relevância da EEF ao abrigar cursos d’água que abastecem 135 mil habitantes de Nova Lima e Belo Horizonte atualmente, além de diversas espécies de fauna e flora ameaçadas.. Apesar de toda a sua riqueza natural, a Estação Ecológica de Fechos sofre ameaças externas que impactam na sua preservação. A expansão urbana no entorno, por exemplo, cresceu 313% e, a atividade de mineração, 159%, nos últimos 25 anos, segundo pesquisa científica da Engenheira Ambiental especialista em Geoprocessamento, Manejo de florestas nativas e Gerenciamento de projetos, Luciana Eler França. Texto extraído do Boletim Informativo do Projeto “Fechos, Eu Cuido!” de autoria da jornalista Míriam A. S. Almeida.
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Flávio Krollmman / Conselheiro da Promutuca / www.promutuca.com.br • Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. Tragédias não ocorrem por acaso, pelo menos boa parte delas. A não ser que a causa seja uma ação da natureza (e neste caso também vale uma explicação) o restante das causas têm responsabilidade direta do ser humano.
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Terça, 12 Março 2019 19:36

Um capítulo que não pode ser escrito

Paulo André Mendes / Geógrafo e jornalista, colaborador da ArcaAmaserra / www.amaserra.org Olá, leitor! Hoje voltarei um pouco à história, cada vez mais triste, das barragens de lama. A recente tragédia de Brumadinho nos remeteu a todos de imediato à tragédia de Mariana – tanto pela magnitude dos danos quanto pela proximidade no tempo. Pois, o intervalo entre elas foi de apenas três anos. Mas vale a pena lembrar o leitor de uma coisa: ao longo das últimas duas décadas nós tivemos, aqui em Minas Gerais, muitas outras situações graves envolvendo essas barragens de rejeitos. A primeira delas foi na nossa região: em 2001, em Nova Lima, uma das barragens de rejeitos de minério de ferro da hoje extinta Mineração Rio Verde ruiu. A lama desceu pelo vale do Córrego dos Macacos, devastando 80 hectares de Mata Atlântica. O rompimento causou a morte de cinco empregados da companhia. Logo depois, em 2003, em Cataguases, o rompimento de uma barragem destinada a conter rejeitos da produção de celulose causou o vazamento de mais de 500 mil m2 de resíduos orgânicos e soda cáustica. O material chegou aos rios Pomba e Paraíba do Sul. Os prejuízos aos ecossistemas e ao abastecimento de água na região foram expressivos. Quatro anos se passaram, até que em 2007 uma barragem de rejeitos de mineração se rompeu na região de Miraí. O desastre causou o vazamento de 2.300.000 m2 de uma mistura de água, argila, bauxita e sulfato de alumínio nos rios da região. A onda de lama deixou 4.000 pessoas desabrigadas. É importante lembrar que no ano anterior a mesma barragem havia apresentado problemas, e lançado 400.000 metros cúbicos de resíduos no rio Muriaé. O próximo capítulo dessa novela infeliz teve como cenário a região de Itabirito. Em 2014, o rompimento de uma barragem de rejeitos de processamento de minério de ferro soterrou trabalhadores e veículos. Três funcionários da mineradora Herculano morreram. No ano seguinte, 2015, foi a vez de Mariana. Um distrito inteiro da cidade destruído. 19 mortos. E mais de 50 milhões de metros cúbicos de rejeitos lançados na bacia do rio Doce. Agora todos se perguntam: haverá um novo capítulo? As candidatas Logo em seguida à tragédia de Brumadinho foi divulgada uma relação oficial de barragens classificadas como de alto risco de rompimento. Quatro dessas cinco barragens estão localizadas nas proximidades de Belo Horizonte: as duas barragens da Mundo Mineração (em Rio Acima), a barragem 2 da Mineração Aredes (em Itabirito) e a barragem Água Fria, da Topázio Imperial Mineração (em Ouro Preto). Mas há várias outras barragens causando medo, como a barragem de Casa de Pedra, da Companhia Siderúrgica Nacional (em Congonhas) e a barragem de Gongo Soco, operada pela Vale (em Barão de Cocais). O cenário não é bom. Esperamos que desta vez algo concreto e efetivo seja feito, e que um novo capítulo dessa história jamais seja escrito.
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Conselho Municipal de Meio Ambiente (COMAM) determina que mineradora terá que executar o Plano Ambiental de Fechamento de Mina, incluindo uma área nominada “Pilha C”. A Mineração Lagoa Seca, empresa do Grupo Unitas, deverá realizar o Plano Ambiental de Fechamento de Mina (PAFEM). A decisão se deu após o Conselho Municipal de Meio Ambiente (COMAM) rejeitar, durante reunião no último dia 28, por 10 votos a 3, o pedido da mineradora para a criação de um parque ecológico sem inclusão de uma área nominada “Pilha C”. A área de aproximadamente de mais de 1 milhão de metros quadrados, localizada entre os bairros Belvedere e Sion, na região Centro-Sul, dará lugar a um espaço de uso público coletivo, conforme determinava a condicionante para o PAFEM. Com a decisão, a área será revitalizada e será integrada ao Projeto Legado da Serra que compreende uma mancha verde na extensão da mineração até o Parque das Mangabeiras. A decisão agradou em cheio as entidades representativas de moradores e ambientalistas, notadamente a Associação de Moradores do Bairro Belvedere, a ONG Ecoavis, Projeto Manuelzão, entre outros, que temiam por novos usos para a área, ocasionando um adensamento para a região do Belvedere, com impactos ambientais e reflexos na mobilidade urbana, esgotamento sanitário, entre outros. Uso público O PAFEM deve ser executado após o fim das atividades minerárias. Para sua realização, uma série de condicionantes precisam ser cumpridas, como a destinação da área até então explorada para minerar para uso público coletivo. A mina Lagoa Seca, situada no pilar da Serra do Curral, entre os bairros Mangabeiras, Sion e Belvedere, era operada por mais de uma mineradora até 2012 quando as atividades subterrâneas foram encerradas. O Plano de Fechamento de Mina resulta do fim da licença para exploração da Área de Diretrizes Especiais (ADE) da Serra do Curral e prevê medidas compensatórias à exploração mineral. Para isso, além de apresentar diretrizes e escopo de projeto para a área de mineração - prevendo a destinação de uso coletivo público futuro - as empresas deviam expor os projetos básico e executivo final, acompanhados de cronograma de execução, para a área a ser destinada ao uso. Com a decisão, após o fechamento da mina, a extensa área ficará para uso público. Possivelmente, ficará sob a responsabilidade do poder público municipal o seu gerenciamento e manutenção.
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Maria Cristina Brugnara Veloso / Conselheira da PROMUTUCA / www.promutuca.com.br • Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

O assunto não se encerra e nem pode encerrar!

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Terça, 26 Fevereiro 2019 11:18

Integrando as nossas unidades de conservação

Paulo André Mendes / Geógrafo e jornalista, colaborador da ArcaAmaserra / www.amaserra.org

Olá, leitor!
O leitor já ouviu falar de uma figura chamada “mosaico de Unidades de Conservação”?
O mosaico é uma espécie de mecanismo de gestão, tendo como objetivo primordial compatibilizar, integrar e otimizar as atividades desenvolvidas nas unidades de conservação a ele ligadas.
A criação de um mosaico depende da existência, em uma região, de um conjunto de unidades de conservação vizinhas. Essas unidades podem pertencer a qualquer esfera de governo – também participam as reservas particulares do patrimônio natural (RPPN’s).
O estabelecimento de um mosaico também visa ampliar a interação entre a população local, os governos e os gestores das unidades participantes. Assim sendo, a gestão de um mosaico é acompanhada por um conselho consultivo, sendo fundamental a participação da comunidade nessa instância.
Os mosaicos são criados pelo Ministério do Meio Ambiente, a pedido dos órgãos gestores das unidades de conservação.
Já existem no país vários mosaicos – alguns deles estão em Minas Gerais. São eles: o Mosaico Mantiqueira, o Mosaico Sertão Veredas - Peruaçu, o Mosaico do Espinhaço Alto Jequitinhonha - Serra do Cabral e o Mosaico da Serra do Cipó.

O Mosaico Serra do Espinhaço -
Quadrilátero Ferrífero
No final de 2018 foi estabelecido em nossa região o Mosaico Serra do Espinhaço - Quadrilátero Ferrífero. O mosaico reúne 26 unidades de conservação, entre elas o Parque Nacional da Serra do Gandarela, os parques estaduais da Serra do Rola-Moça e do Itacolomi, a Área de Proteção Ambiental Sul de Belo Horizonte, a Estação Ecológica de Fechos e o Monumento Natural Estadual da Serra da Moeda.
Também integram o conjunto várias RPPN’s criadas na região, como a RPPN do Santuário do Caraça, além dos parques municipais da Serra do Curral e Mangabeiras, em Belo Horizonte.
O Mosaico Serra do Espinhaço - Quadrilátero Ferrífero vem se somar aos outros dois mosaicos já estabelecidos na região da Serra do Espinhaço: o Mosaico do Espinhaço Alto Jequitinhonha - Serra do Cabral e o Mosaico da Serra do Cipó.
A ARCA trabalhará pela justa inclusão da Serra da Calçada no Mosaico Serra do Espinhaço - Quadrilátero Ferrífero.

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Visite a ARCA-AMASERRA: www.amaserra.org.

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